Autoestima
A relação mais longa da sua vida é com você
A autoestima não é se achar perfeito — é conseguir se olhar com honestidade e gentileza, reconhecendo qualidades e limitações sem se destruir por dentro. Quando a autocrítica vira a voz mais alta, tudo fica mais difícil: decisões, relações, trabalho, descanso.
A comparação constante, alimentada também pelas redes sociais, tem tornado esse tema cada vez mais presente na clínica psicológica.
Como a Gestalt-terapia olha para esse tema
Na Gestalt-terapia, a autoestima é compreendida dentro da história de contato de cada pessoa: as vozes críticas internas geralmente foram um dia vozes externas, que foram absorvidas sem digestão — o que chamamos de introjetos.
O trabalho terapêutico ajuda a identificar essas vozes, questionar o que foi engolido sem escolha e separar o que de fato é seu do que foi imposto.
Nesse processo, abre-se espaço para uma relação mais autêntica e respeitosa consigo — base para escolhas mais livres.
Perguntas frequentes
Dúvidas comuns sobre autoestima
Autoestima baixa tem origem na infância?
As experiências da infância influenciam bastante a forma como aprendemos a nos ver, mas a autoestima é construída (e reconstruída) ao longo de toda a vida. A psicoterapia é um espaço privilegiado para esse trabalho, em qualquer idade.
Qual a diferença entre autoestima e autoconfiança?
A autoconfiança se refere à percepção da própria capacidade de realizar algo; a autoestima é mais ampla — o valor e o cuidado que você atribui a si mesmo, independentemente de desempenho.
Terapia pode ajudar com a autocobrança?
Sim. Compreender de onde vem a autocobrança, a que ela serve e que custo tem é um dos caminhos possíveis do trabalho terapêutico, sempre construído caso a caso.
O primeiro passo pode ser uma conversa
Sem compromisso e no seu tempo: me escreva pelo WhatsApp, tire suas dúvidas sobre valores e horários, e sinta se este é o espaço de cuidado que você procura.
Conversar pelo WhatsAppResposta em horário comercial · Sigilo desde o primeiro contato